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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Jornal Folclore / Agosto 2008 - Sumário da Edição N.º 150



Edição N.º 150 (Agosto 2008)
www.jornalfolclore.blogspot.com


Nota Editorial
- O folclore infantil


Editorial
- A mensagem


Destaques
- Em nome do folclore não! Ranchos Folclóricos ou grupos de excursionistas?
- O folclore português em debate na Venezuela : Congresso reuniu trezentos folcloristas portugueses em Caracas
- Ainda da Venezuela ...


Reportagens
- Grande produção artística inter-associativa em Águeda : Rio Águeda transbordou de emoções com o espectáculo ‘Rio Povo’
- Folk Cantanhede na lista de honra entre os Festivais Internacionais


Notícias
- Etnográfico Danças e Cantares do Minho encantou e regressou encantado da Lituânia
- Grupo Folclórico da Universidade de Coimbra regressou de uma viagem à Holanda
- Rancho da Casa do Minho levou folclore do País a Belém
- Vila Real: o “Cantaréu” concluiu a XI edição do seu Festival Internacional de Folclore
- Rancho da Longra, Felgueiras, actuou em França
- Folclore Internacional em Moreira da Maia
- Êxito do Festival do Grupo Infantil e Juvenil de Gavião
- Grupo Regional da Benedita realizou o seu Festival
- Glória do Ribatejo: raridades da etnografia gloriana mostraram-se no Festival do Rancho da Casa do Povo
- Rancho do Cartaxo levou folclore às Festas da Cidade
- Festival do Grupo da Região do Vouga averba mais um êxito
- Festival em Aveiras de Cima encheu de público o Largo da vila



Esfinge
- pelo Dr. Aurélio Lopes


Inovação / Tradição
- Imaginem…, pelo Eng.º Manuel Farias


Discografia


Livros


Novos Corpos Gerentes


Cartas ao director


"Por qué no te callas?"


Planos de actividades


Opinião
- Feira do Ribatejo ganhou a aposta com o folclore nacional por Humberto Nelson Ferrão
- Folclore: que futuro? por Lino Mendes


Festivais folclóricos
- Agosto 2008





Jornal Folclore / Agosto 2008 - Editorial : A mensagem

Dois emissários, idos de Portugal, rumaram à Venezuela para espalharem a mensagem da pedagogia sobre a representação, tanto quanto possível acertada, do folclore luso naquele País da América Latina. Na edição anterior alertávamos para a necessidade urgente de levar o conhecimento do Folclore português às comunidades emigrantes que mantêm viva a raíz cultural e tradicional do seu País. Os mentores dos projectos associativos lamentam-se da falta de esclarecimento e de informação cabal sobre as práticas que devem servir de base ao seu trabalho de retratação etno-folclórica. “Queremos fazer bem, mas não temos quem nos diga como fazer”, queixam-se os responsáveis dirigentes.

“Ao Estado português competirá ajudar a uma tão necessária e urgente acção de pedagogia e de sensibilização, patrocinando visitas de pedagogos folcloristas, com reconhecidos conhecimentos técnicos”. Dizíamos no trabalho da edição anterior, reconhecendo a premente necessidade de ajudar o movimento folclórico português no seio das comunidades no estrangeiro. Com efeito, a sensibilidade dos governantes não passa pela preservação dos valores culturais, em desrespeito pelas recomendações da UNESCO, que apontam para a “salvaguarda do património cultural popular dos países membros, nomeadamente as tradições e o folclore”, garantindo às comunidades o “direito de terem acesso à sua própria cultura tradicional”, obrigando-se ainda os países a fornecerem “apoio moral e económico aos particulares e às instituições que estudam, divulgam, cultivam ou detêm elementos da cultura tradicional popular”.

Contudo, do Estado português não se vislumbra uma réstia de atenção ou ajuda às acções de preservação da cultura popular. Dentro do movimento há um angustiante recato de não levantar a voz perante o poder instituído – ou de aparecer no Terreiro do Paço reclamando, quanto mais não seja, o cumprimento das recomendações da UNESCO, subscritas pelo Estado Português. Enquanto isso, continua a faltar uma instituição que represente o movimento de forma colectiva junto dos órgãos nacionais competentes.







Jornal Folclore / Agosto 2008 - Nota Editorial : O folclore infantil

O nosso bom amigo e colaborador Lino Mendes divulgou nalguma imprensa – entre a qual o Jornal Folclore – uma crónica contestando a existência de folclore infanto-juvenil. No seu entender não há folclore infantil. “Os jogos e modas de roda dos tempos de escola não devem ser esquecidos mas encarados como um complemento, mesmo não se considerando folclore”, alega o folclorista de Montargil, defendendo que, em sua opinião, “na verdade não há folclore infantil; o que temos é infantis que fazem folclore”.

Não entendemos muito bem a ilação de Lino Mendes, afirmando de forma peremptória que “não há folclore infantil”. Depois diz que há “infantis que fazem folclore”. Ainda mais baralhados ficámos, quando, sabe-se, o folclore está “feito”, ou seja, está “criado”. E vai tempo! Quanto muito o que hoje se faz é representá-lo.

Posto isto, perguntamos: como devemos classificar as cantigas e modinhas de roda habituais nos divertimentos das crianças de outros tempos? E as ingénuas brincadeiras? E os jogos? Como as próprias fatiotas de corte e modelo acriançado. Tudo isto não é folclore? E se interpretadas por crianças, como devemos denominar esse grupo de petizes que interpretam os ditos trechos que são tidos como folclóricos?

Lino Mendes entende ainda que as crianças podem vestir-se como os adultos. “Isso acontecia, o que não vamos naturalmente é apresentar alguns trajos como os de noivos, lagareiro, carroceiro, cavador’, para mais não citar”, assegura. Concordamos. Como outros: os campinos, os ceifeiros, as mondadeiras, e tantos outros ofícios e ocupações que só aos adultos competia fazer. O folclorista remata: “Estão assim erradas as designações de “Grupo de Folclore Infantil” e de “Festival de Folclore Infantil”.

Num tão conturbado movimento – o movimento folclórico – julgamos haver no escrito (e entendimento) de Lino Mendes matéria para avivar mais alguma perturbação, a juntar àquela que já tanto atrapalha a representação do folclore. Entendemos o propósito da formação das escolas de folclore adulto, que visam a aprendizagem do reportório do grupo adulto para posterior recrutamento. Nesta circunstância não existirá um grupo de folclore infantil, mas crianças a prepararem-se para virem a integrar a secção adulta. Tal será o desígnio da Escola Infantil e Juvenil do Rancho de Montargil, de que Lino Mendes é dirigente. Resta saber até quando a apresentação pública destas formações cabe no espírito da representação folclórica infantil, já que são participadas por crianças. Temos assim que um rancho infantil de folclore não será o mesmo que um grupo de folclore infantil. Ambas as formações têm o direito de coexistir, cada qual na sua função; aos primeiros cabe a opção pelo projecto do espectáculo e da formação e aos segundos a retratação dos factos folclóricos.

Porque nestas coisas há razões que a própria razão desconhece, que outras razões contraponham a nossa análise.







Jornal Folclore / Agosto 2008 - Em nome do folclore não! Ranchos Folclóricos ou grupos de excursionistas?

A representação do folclore teima em não se disciplinar, tantos são os lapsos que falseiam e deturpam a retratação da componente etnográfica – os trajes – e folclórica – as danças e as cantigas. Vestir um traje é um acto de representação que exige respeito pela figuração que se trás a público, porque se retratam quem outrora o exaltou com brio e muito decoro. Por isso, a veste tradicional obriga a que a usamos com compostura e dignidade, por deferência e consideração aos antepassados. Ao grupo de folclore se exige a reprodução correcta dos hábitos e costumes, das danças e das cantigas que se tornaram apanágio das comunidades de outrora.

O desalinho com que alguns elementos de grupos de folclore se apresentam publicamente, antes e depois das exibições, é algumas vezes confrangedor, senão mesmo arrepiante. Com efeito, quando se assume uma representação, deve-se faze-la com desvelo e decência. No caso dos agrupamentos folclóricos, essa representação deverá respeitar a memória de quem se representa – os avoengos – e que à dita representação se afectam. O estudo à sua forma de ser e de viver, diz-nos que sempre foram briosos na sua humilde postura de vestir, de aparecer à vista de outrem. O comportamento que amiudadas vezes se vê em representações que se têm como folclóricas, deixa antever uma desmedida falta de cuidado (…)

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Jornal Folclore / Agosto 2008 - O folclore português em debate na Venezuela : Congresso reuniu trezentos folcloristas portugueses em Caracas

O Clube de Jovens Folcloristas na Venezuela e o Grupo Folclórico “Os Lusíadas” organizaram o I Congresso e Debate público sobre o folclore português com vista a valorizar a representação do folclore de expressão portuguesa que se apresenta naquele País da América Latina. O interesse à volta da iniciativa levou ao Centro Português de Caracas cerca de trezentos praticantes e dirigentes dos trinta grupos portugueses organizados em todo o País. A informação foi levada por prelectores idos de Portugal, saciando a interessada plateia.

O I Congresso sobre o Folclore Português na Venezuela pautou-se por um enorme êxito. A iniciativa do Clube de Jovens Folcloristas Portugueses na Venezuela (CJFP-V), com a colaboração do Grupo Folclórico “Os Lusíadas”, terá valido pelo invulgar interesse que suscitou entre uma excepcional camada de representantes do folclore português na Venezuela. Num universo de cerca de trinta grupos folclóricos, fizeram-se representar vinte e sete, alguns idos de localidades bem distantes, sedeados em regiões que distam mais de trezentos quilómetros de Caracas. Foram assim muitos os folcloristas lusos que se deslocaram ao Centro Português de Caracas, naturalmente ávidos de esclarecimentos a eventuais dúvidas sobre a representação dos grupos que participam. O interesse demonstrado pelos atentos congressistas, que se afirmou particularmente no período de debate, surpreendeu os conselheiros que viajaram de Portugal a convite da organização. Muitas foram as dúvidas que pediram esclarecimento, e no final foi manifesta a satisfação dos folcloristas pela informação recolhida. A realização de idênticas organizações foi, no fim, muito reclamada. (…)

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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Ainda da Venezuela ...

- Festival com laivos de bom folclore luso
- ‘Conversas à Lareira’: espaço de formação
- Venezuela. Tão longe e tão perto! - Por Ludgero Mendes
- OPINIÃO: “A falta de informação é nosso maior problema. Será que haverá alguém interessado em dar-nos respostas? Por Maciel Gomes
- Em embrião a formação de uma Federação do folclore português na Venezuela
- O que disse a imprensa lusa em Caracas
- Conclusões

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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Grande produção artística inter-associativa em Águeda : Rio Águeda transbordou de emoções com o espectáculo ‘Rio Povo’

As águas do rio Águeda inundaram de forma delicada as arborizadas margens, no sítio da piscina fluvial do atractivo rio, que banha a linda cidade de Águeda. Assentadas sobre o leito, bem arquitectadas construções receberam cerca de duzentos participantes, que ofereceram aos milhares de espectadores, que se acomodavam nas bancadas montadas numa das margens, tão belos momentos de apoteose artística. Protagonizadas pelos “actores” recrutados em grupos folclóricos e associações culturais, as tradições de ontem, enraizadas nos costumes ligados ao rio, enlearam-se com a linguagem artística contemporânea da música e dos sons. A iniciativa está integrada no projecto Agitágueda, da Câmara Municipal de Águeda e é desenvolvido pela Associação d’Orfeu.

O memorável espectáculo que o ano passado teve a sua primeira edição, era esperado com natural ansiedade pela população de Águeda. ‘Rio Povo’, um projecto inter-associativo a merecer todos os aplausos, aconteceu este ano nos dias 11 e 12 de Julho, com redobrado interesse. Os lugares limitados disponibilizados numa bancada erguida numa das margens do rio foram escassos para receberem todos os que queriam ver o maravilhoso espectáculo. (…)

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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Folk Cantanhede na lista de honra entre os Festivais Internacionais

Seis formações estrangeiras e quatro nacionais completaram o painel de grupos participantes na 3.ª edição do Folk Cantanhede 2008 – Semana Internacional de Folclore de Cantanhede, que decorreu na cidade gandareza entre 5 e 12 de Julho. Muito público acorreu às diversas sessões do Festival. Nas galas de abertura e de encerramento, a Praça Marquês de Marialva recebeu verdadeiras multidões, e nas demais sessões realizadas pelo concelho, o número de assistentes superou todas as expectativas. No campo social, pelo convívio entre os participantes de variados países, o Festival assume também papel importante. A organização é do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Cantanhede.

Uma perfeita organização, que levou ao sucesso das duas sessões anteriores e da que decorreu entre 5 e 12 de Julho último, colocou já o Festival Internacional Folk Cantanhede entre os eventos de maior qualidade que se realizam em Portugal. Com efeito, o projecto, nascido há apenas três anos, já conquistou o público, as entidades oficiais e particulares da região gandareza, como os patrocinadores. As sessões são assistidas por verdadeiras multidões (…)

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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Quinzena Cultural de São Mamede de Infesta

02/08/2008 - XIX Festival Internacional de Folclore 2008


Às 21h30.

Participação do Rancho Típico de SÃO Mamede de Infesta (Matosinhos); Bartiba Folkdance Ensemble (Hungria); Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém; Folk Ensemble Handrlák (Republica Checa); Rancho Folclórico “Rosas do Lena” (Rebolaria-Batalha); Taiwan Youth Dance Company (Taiwan); Ensemble ”Milan Milicevic” (Sérvia); Rancho Típico da Amorosa (Leça da Palmeira); Compañia Flamenca Cármen Guerrero – Cadiz (Espanha); Associação Etnográfica “Os Serranos” (Águeda); Los Makay e Ballet Malambo Argentino (Argentina) e Ronda Típica da Meadela (Viana do Castelo).


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Rancho Folclórico da Casa do Povo de Redondo

02/08/2008 - XXV Festival de Folclore


Às 21 horas.

Participarão dos grupos: Rancho Folclórico da Casa do Povo de Redondo; Grupo Folclórico da A. C. R. de Vale Domingos (Águeda); Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” de Olival; Rancho Folclórico da Casa do Povo de Corroios e Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga.


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão (Cortelha, Loulé)

02/08/2008 - V Festival de Folclore da Serra do Caldeirão


Às 21h30.

Participação do Grupo Típico “O Cancioneiro de Castelo Branco” (Beira Baixa); Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho (Lisboa); Grupo Folclórico de Abitureiras (Santarém); Grupo Folclórico e Cultural da Boavista (Portalegre) e Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão (Cortelha, Loulé).


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Rancho Folclórico de Canidelo (Vila Nova de Gaia)

02/08/2008 - Festival de Folclore

Às 21h30.

Participação dos ranchos: de Canidelo; Etnográfico de Vilarinho (Lousã); de Casais Revelhos (Abrantes); Etnográfico Rusga de Joane (Vila Nova de Famalicão); e um grupo de Espanha.


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Associação Cultural Amigos do Montenegro (Faro)

02/08/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: da Casa do Minho (Lisboa); Mira-Serra de Louções (Turquel, Alcobaça); Regional de Moreira da Maia; do Bairro de Santarém – Graínho e Fontainhas e Etnográfico Amigos do Montenegro (Faro).


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Grupo de Danças e Cantares de Serzedo (Gaia)

02/08/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: Danças e Cantares de Serzedo; Regional de São Salvador da Folgosa; “Os Medroenses” Etnográfico de Recardães (Águeda) e Típico de Ançã (Cantanhede).


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Rancho Folclórico de São Guilherme (Magueija-Leiria)

02/08/2008 - Festival de Folclore


Às 22 horas.

Não informa os grupos participantes.


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Rancho Folclórico de Aldeia Nova (Perafita-Matosinhos)

02/08/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: de Meães (Montemor-o-Velho; da Casa do Povo de Recarei, de Nine (Famalicão) e Regional de São Salvador da Folgosa (Maia).


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Rancho Folclórico de Fânzeres (Gondomar)

02/08/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Não informa os grupos participantes.


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Rancho Folclórico de Gens (Gondomar)

02/08/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: de Gens; da Casa do Povo de Arcena (Alverca); da Casa do Povo de Ceira (Coimbra); de Chafé (Viana do Castelo) e um grupo de Espanha.


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Rancho Folclórico de Landeira (Vendas Novas)

02/08/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: de Landeira; de Zebreiros (Gondomar); “Os Moliceiros de Ovar”; da Região de Leiria e do Cartaxo.


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Jornal Folclore / Agosto 2008 - Rancho Paroquial de Guifões (Matosinhos)

02/08/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: Nossa Senhora da Alegria (Castelo de Vide); da Região do Vouga Águeda); Etnográfico da Areosa (Viana do Castelo); Lavradeiras da Trofa; da Casa do Povo de Souselo (Cinfães) e da Figueira (Portimão).


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