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sábado, 28 de julho de 2007

Jornal Folclore / Agosto 2007 - Sumário da Edição N.º 138

Edição N.º 138 (Agosto 2007)
www.jornalfolclore.blogspot.com



Nota Editorial
- A língua e a cultura portuguesa


Editorial
- Direitos de autor


Destaques
- Sociedade Portuguesa de Autores persiste na cobrança de taxas sobre festivais de folclore
- Exibição pública de Folclore sem pagamento de direitos de autor é crime!


Reportagens
- Rancho Folclórico de Gens (Gondomar)
- O Porto assistiu ao Grande Desfile do Traje de Entre Douro e Minho
- Sete mil figurantes no maior desfile etnográfico realizado no País
- Vivências glorianas revividas no Festival do Rancho da Casa do Povo da Glória do Ribatejo
- FolkCantanhede deslumbrou a região bairradina
- FestiBatalha fez alegoria dos produtos regionais e do folclore
- Rancho Ceifeiras e Campinos de Azambuja formou novos tocadores de concertina
- Grupo da Região do Vouga assinalou o 38.º aniversário com excelente festival de folclore


Pedagogia
- Trabalho prévio para a organização de um grupo folclórico


Informação
- Grupo Folclórico da Região do Vouga evoca o trágico acidente de 13 de Agosto
- Alípio Canaverde apresentou o seu livro Abitureiras, a Terra e o Canto
- Grupo Velha Guarda do Folclore da Nazaré dançou em França
- Boidobra gemina-se com vila francesa
- Verde Minho ofereceu noite de concertinas e acordeãos
- Festival de Folclore animou Alcanhões
- Gouviães animou-se com Festival de Folclore
- Festival de Folclore em Caide de Rei foi um sucesso
- As Florinhas do Alto Minho estiveram no Mónaco
- Associação Cultural de Mindelo abre inscrições para curso de concertina
- No dia 11 de Agosto, em Faro: Congresso de Jovens Folcloristas recebe participantes de sete países
- Inaugurada em Silvares a Casa Museu Ilda Valentim Mesquita
- Cortelha reaviva paladares e tradições do Caldeirão
- Rancho esqueceu-se da actuação
- Festival Internacional de Folclore Cidade de Faro decorre entre 18 e 26 de Agosto
- 43º Festival Internacional de Folclore de Gulpilhares a 4 de Agosto
- Grupo Folclórico de Santa Marta actuou em França
- O programa "O Povo a Cantar" solidário


Opinião
- Equívocos VII, pelo Dr. Aurélio Lopes
- Festivais de folclore ou maratonas dançantes? Por Lourenço Nogueira


Cartas ao director
- Grupo Verde Minho reclama verba de permuta com o Rancho de Pinhal Novo


Discos
- Grupo Folclórico de Abitureiras (Santarém)


Livros
- Tradições de Almeirim


Festivais folclóricos
- Agenda de Agosto 2007
- Já depois de fechada a edição de Julho 2007 ...



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Agosto 2007 - Nota editorial : A língua e a cultura portuguesa

O Presidente da República, na sua recente visita aos EUA, apelou aos emigrantes para que não percam o contacto com a língua e a cultura portuguesa, reconhecendo que tem de se fazer mais quanto ao ensino do português naquele país. “Estou convencido que a língua é o elo mais forte de união entre todos os portugueses”, afirmou Cavaco Silva, pedindo aos portugueses radicados na América que “não esqueçam a terra em que tudo começou”.

Um dos elos que continua a ligar o português emigrante à pátria é sem dúvida a linguagem escrita. Indubitavelmente a imprensa regional é um forte contributo para manter esse elo à terra-mãe. O jornal da região de origem que o emigrante recebe semanal, quinzenal ou mensalmente é o emissário do falar português junto das famílias emigrantes, enquanto reforça o interesse das novas gerações habituadas à língua do país acolhedor. Cada edição é lida e relida, cada página é devorada linha após linha. Há assim uma repetida ligação à língua portuguesa. Por isso, o esforço (?) financeiro que o Estado tem com a ajuda ao porte dos Correios dos jornais regionais, mais não será que um contributo importante para a continuidade da palavra em português no seio das famílias portuguesas que estão emigradas no estrangeiro. Parece, contudo, não ser essa a visão do Governo, quando está a retirar a ajuda à imprensa regional dos portes dos jornais enviados para o mundo onde se encontram portugueses sedentos de leitura portuguesa.

Pensamos que seria extremamente útil para a preservação da língua-pátria no estrangeiro, “encher” as associações portuguesas espalhadas pelo mundo de jornais regionais portugueses, quiçá as casas dos emigrantes.

Talvez o Presidente deva, também neste campo, sensibilizar os responsáveis governantes a repensar a sua decisão de cortar um apoio proporcionalmente diminuto, em prejuízo da preservação, protecção e disseminação da língua portuguesa além fronteiras.


Manuel João Barbosa
jornalfolclore@gmail.com
www.jornalfolclore.blogspot.com



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Agosto 2007 - Editorial : Direitos de autor

O tema volta à baila! A cobrança dos direitos de autor sobre a exibição pública de temas folclóricos está outra vez a ser exigida pela associação que cuida o interesse dos seus associados: a Sociedade Portuguesa de Autores. Tudo estaria certo se não houvesse imoralidade na cobrança das taxas. Com efeito, impor-se o pagamento de uma taxa que recai em favor de uma pessoa tida como autor de uma obra que não criou, é no mínimo absurdo. E se essa taxa não é distribuída pelo pseudo autor, então porquê a cobrança? A entidade cobradora não pode arrogar-se no direito de receber dinheiros de forma indiscriminada, sem fins claros e evidentes. Se há “folclore” com a lavra de “doutos” compositores, esse pague impostos. Mas o Folclore de raiz popular, que ao povo deve a sua criação e cuja origem se desconhece, que se solte da impetuosidade fiscal.

Urge que a entidade que superintende no movimento folclórico actue por forma a separar as águas e a disciplinar a tributação do facto folclórico, no caso concreto, pela suposta autoria dos temas musicais do nosso folclore difundidos publicamente. Não basta dizer-se que é inadmissível a tributação, é preciso agir. E o organismo tributador estará decerto receptivo a um pacto que liberte os trechos populares folclóricos do pagamento de direitos autorais pela sua difusão pública.

Que se mexa a primeira palha. Depressa e bem.


Manuel João Barbosa
jornalfolclore@gmail.com
www.jornalfolclore.blogspot.com



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Agosto 2007 - Destaques : Sociedade Portuguesa de Autores persiste na cobrança de taxas sobre festivais de folclore

Exibição pública de Folclore sem pagamento de direitos de autor é crime!

A Sociedade Portuguesa de Autores pode exigir que as autoridades competentes levantem um auto de contra-ordenação à organização de um Festival de Folclore que não tenha procedido antecipadamente ao respectivo pagamento das taxas correspondentes aos temas a exibir e devidos pelos direitos de autor. “Levará ao levantamento de um auto e considerado processo-crime”, afiança um colaborador da SPA. “A Polícia pode impedir o espectáculo ou interrompê-lo por nossa solicitação”, adiantou-nos. O Jornal Folclore procurou legalizar um Festival fictício perante a SPA. A cobrança dos direitos de autor esteve iminente.


Por Manuel João Barbosa


O caso está de novo a ser despoletado pela pressão que é feita às organizações de festivais de folclore. Os grupos estão surpreendidos com a exigência da cobrança apresentada pelos correspondentes da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) na sua área. Independentemente de se tratar da exibição de temas sem autor, os colaboradores da associação defensora dos direitos de autor insistem na cobrança junto dos responsáveis pela organização dos Festivais. Não obstante, funcionários superiores da SPA garantem-nos que os “Festivais de Folclore não pagam direitos de autor”, salvaguardando, contudo, a exigência do pagamento se se verificar que a realização do espectáculo de folclore incluiu a passagem de música não folclórica. “Os promotores deverão garantir que se trata da exibição exclusiva de trechos folclóricos, sem autor” ...


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Agosto 2007 - Rancho Folclórico de Gens (Gondomar)

O Rancho Folclórico de Gens está a festejar as Bodas de Prata. Foi em Agosto de 1982 que se reuniram os primeiros bailadores, cantadores e tocadores para dar corpo e alma ao rancho. Preservar e divulgar os usos e costumes, as tradições, as danças e os cantares do seu território geográfico e da própria região era o objectivo. Retrataram-se assim, com a fidelidade possível, os trajos que fizeram época no século XIX e princípio do século XX, como se exaltaram as melodias e as danças que constituíram gáudio das gentes de então. Para além de Portugal, também Espanha, França e Suiça, e os arquipélagos dos Açores e da Madeira, de encantaram com as apresentações do Rancho Folclórico de Gens ...


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Agosto 2007 - O Porto assistiu ao Grande Desfile do Traje de Entre Douro e Minho

Sete mil figurantes no maior desfile etnográfico realizado no País

Terão sido cerca de sete mil os participantes no Desfile Etnográfico que o INATEL organizou e fez desfilar na Avenida dos Aliados, no Porto, por ocasião da abertura da presidência portuguesa da Comunidade Europeia. Foi o maior acontecimento etnográfico que jamais ocorreu no País. Cento e cinquenta agrupamentos folclóricos de Entre Douro e Minho, participaram do grandioso desfile de trajes tradicionais.


Por Manuel João Barbosa


Bastou apenas três regiões etnográficas do País – os distritos de Braga, Porto e Viana do Castelo – para reunir à volta de uma iniciativa cerca de sete mil figurantes em representação de centena e meia de grupos folclóricos, Zés Pereiras e tocadores de concertina. A iniciativa do INATEL, com a organização das suas delegações distritais em Viana do Castelo, Porto e Braga, traduziu-se no maior desfile etnográfico realizado no País, graças à adesão de boa parte do universo folclórico dos três distritos do Norte. “Tivemos pena de não termos participado mas tínhamos compromissos anteriores assumidos”, dizia-nos um dirigente que contactámos.

O desfile teve início na Praça da Liberdade, subiu a Avenida dos Aliados e passou …


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O grande movimento

A cidade do Porto recebeu no dia 30 de Junho o maior desfile etnográfico jamais realizado em Portugal. Um pedaço apenas do rectângulo nacional bastou para reunir tão impressionante número de representantes da cultura popular tradicional num cortejo etnográfico. Cerca de sete mil! Mas mais de três centenas de outros grupos activos dentro do movimento folclórico das regiões representadas – Viana do Castelo, Porto e Braga – terão ficado fora do acontecimento por razões várias. Sabe-se de agrupamentos que tinham compromissos assumidos com outras realizações e que por esse motivo não puderam estar na Avenida dos Aliados. Os três distritos presentes no desfile somam cerca de quatro centenas e meia de grupos etnográficos activos. Só o distrito do Porto reúne 227 agrupamentos, seguindo-se Braga com 139 e Viana com 72. Com uma participação maciça, o número teria sido ajustado muito para cima, numa estimativa que poderia superar as 17 mil pessoas. Então a imensa avenida seria pequena para tão grande quantidade de participantes. Assim mesmo a multidão de folcloristas foi impressionante. Jamais alguém terá pensado que o movimento folclórico nacional integrava tão significativo número de pessoas. Um movimento vastíssimo, com enorme peso social, mas pequenino e insignificante para o poder administrativo.

Porventura algum partido político terá arrolado os votos de tão expressivo sector da sociedade portuguesa?

Manuel João Barbosa
jornalfolclore@gmail.com
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Agosto 2007 - Vivências glorianas revividas no Festival do Rancho da Casa do Povo da Glória do Ribatejo

As expectativas que sempre rodeiam o Festival do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo, Salvaterra de Magos, são justificadas pelas interessantes surpresas que são mostradas no palco e preparadas pelo rancho organizador, ao retratar motivos das costumanças populares locais, insistentemente procuradas para mostra pública e memória futura.

Foi o que aconteceu na mais recente edição do Festival do prestigiado grupo da Glória, realizado no dia 7 de Julho, desta vez fazendo reviver toda a ambiência da praça do trabalho …


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Agosto 2007 - FolkCantanhede deslumbrou a região bairradina

Cantanhede e o seu concelho encantaram-se durante sete dias – entre 7 e 14 de Julho – com as danças e os trajes de diversificados países do mundo, trazidos por representações convidadas para a 2.ª edição do FolkCantanhede – Festival Internacional de Folclore. Os perfeitos contrastes etnográficos e folclóricos, como culturais, despertaram a curiosidade de quantos assistiram às inúmeras apresentações dos grupos participantes ...


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Agosto 2007 - Pedagogia : Trabalho prévio para a organização de um grupo folclórico

Por José Maria Marques

Pela mão de José Maria Marques foi preparado em 1983 um trabalho de aconselhamento e orientação sobre a formação e organização de um grupo de folclore. Com a sapiência que lhe era reconhecida, o infortunado dirigente e folclorista de Mourisca do Vouga, oferece neste seu escrito normas e ensinamentos que devem estar afectos à criação de um grupo de folclore, que se quer merecedor do respeito por um rigoroso trabalho de retratação tradicional que deve oferecer no campo da etnografia e do folclore.

O desaparecimento prematuro de José Maria Marques – vítima do brutal acidente de viação ocorrido em França no dia 13 de Agosto de 1997, no regresso de uma memorável viagem à Bélgica do Grupo Folclórico da Região do Vouga – viria a privar-nos abruptamente dos seus sábios e experientes conselhos.

Como que uma prece na passagem de uma década do seu trágico desaparecimento, aqui deixamos o importante trabalho da sua lavra, fruto do seu saber e conhecimento das questões da cultura popular e do folclore.


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Agosto 2007 - Rancho Regional de Gulpilhares (Vila Nova de Gaia)


04/08 - 43º Festival Internacional de Folclore de Gulpilhares
(4 a 12 de Agosto)


Dia 4 - Às 21h30.

Participação de: Anatolian Folk Dance Group (Turquia); Grupo Etnográfico da Areosa (Viana do Castelo); Audru’s Dance Group (Estónia) ; Rancho Regional de Gulpilhares (Vila Nova de Gaia); Seltinis Folk Dance Group (Lituânia); Rancho Folclórico “Os Camponeses de Riachos” (Torres Novas); Grupo Folk Glio Ventrisco (Itália); Song And Dance Ensemble “Kortowo” (Polónia).


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Agosto 2007 - Rancho Folclórico da Casa do Povo de Redondo


04/08 - XXIV Festival de Folclore

Às 21 horas.

Participação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Redondo; Rancho Folclórico de Acipreste; Rancho Folclórico do Clube Recreativo das Arroteias; Rancho Folclórico de Fortios e Rancho Folclórico Regional do Sorraia (Coruche).


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Agosto 2007 - Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão (Cortelha-Loulé)


04/08 - IV Festival de Folclore da Serra do Caldeirão

Às 21h30.

Participação do Rancho Folclórico de Praias do Sado (Setúbal); Rancho Regional de Olival (Vila Nova de Gaia); Rancho dos Campinos da Azinhaga (Ribatejo); Rancho Folclórico do Freixial (Leiria) e Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão (Cortelha – Loulé).


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Agosto 2007 - Grupo de Danças e Cantares de Cortegaça


04/08 - 18.º Festival de Folclore Praia 2007

Às 22 horas.

Participação do Grupo de Danças e Cantares de Cortegaça; Rancho Folclórico e Etnográfico Saloio do MTBA; Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja; Grupo Folclórico de Ganfei e Rancho Folclórico e Etnográfico As Tecedeiras de Almalaguês.


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Agosto 2007 - Rancho Folclórico de São Pedro do Vale (Arcos de Valdevez)


04/08 - VII Festival de Folclore do Vale

Às 21h30.

Participação do Rancho Folclórico de S. Pedro do Vale; Rancho Folclórico do Poceirão; Rancho Folclórico de Santo António de Vagos; Rancho Folclórico de Ferreirinha (Gondomar) e Rancho Folclórico Semear Alegria (Celeirós).


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Agosto 2007 - Rancho Folclórico de Aldeia Nova (Perafita)


04/08 - XVII Festival de Folclore de Aldeia Nova

Às 21h30.

Participação do Rancho Folclórico de Aldeia Nova (Perafita); Associação Cultural de Ribolhos (Viseu); Grupo Folclórico de Pias (Cinfães); Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado (Vila das Aves) e Grupo Regional de Moreira da Maia.


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Agosto 2007 - Grupo Típico de São Mamede de Infesta (Matosinhos)


04/08 - XVIII Festival Internacional de Folclore

Às 21h30.

Participação dos grupos nacionais: Rancho Típico de S. Mamede de Infesta; Rancho Folclórico do Bairro de Santarém; Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros (Porto de Mós) e Grupo Danças e Cantares de Vale Domingos (Águeda) e dos grupos estrangeiros: México, Equador, Suíça, Espanha, Polónia, Argentina e Eslováquia.


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Agosto 2007 - Grupo de Danças e Cantares de Serzedo (Vila Nova de Gaia)


04/08 - Festival de folclore

Às 21h30.

Participação dos ranchos: Danças e Cantares de Serzedo; de Varziela; de Nossa Senhora da Piedade de Melres; de Crastovães (Águeda); dos Moleanos (Alcobaça) e Danças e Cantares do Afonsoeiro (Montijo).


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Agosto 2007 - Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha


04/08 - Festival de folclore

Às 22 horas.

Participação dos ranchos Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha; Rancho Típico de Seia; Grupo Típico de Ançã (Cantanhede) e do Rancho Folclórico da Casa do povo de Calendário (Vila Nova de Famalicão).


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Agosto 2007 - Rancho Folclórico e Etnográfico de Odiáxere (Lagos)


11/08 - XIX Festival Nacional de Folclore

Às 21 horas.

Participação do Rancho Folclórico de Odiáxere; Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia (Moita); Grupo Etnográfico A Nossa Terra (Águeda); Rancho Folclórico e Etnográfico de Manique do Intendente (Azambuja) e Rancho Folclórico e Etnográfico das Lavradeiras de Vila Franca (Viana do Castelo).


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Agosto 2007 - Rancho Folclórico Rosas do Lena (Rebolaria-Batalha)


11/08 - XXII Gala Internacional de Folclore da Batalha

Às 21h30.

Participação do Grupo de Danças e Cantares de Santiago de Bougado; Grupo Regional de Danças e Cantares do Mondego (Fala, Coimbra); Rancho Folclórico Rosas do Lena e grupos da Rússia, do México e da Geórgia.


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