Mostrar mensagens com a etiqueta 200807 - Edição Julho 2008. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 200807 - Edição Julho 2008. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Jornal Folclore / Julho 2008 - Sumário da Edição N.º 149


Edição N.º 149 (Julho 2008)
www.jornalfolclore.blogspot.com


Nota Editorial
- Componentes partem


Editorial
- Gato escondido…


Destaques
- Produtos tradicionais estão desprotegidos por omissão do Governo
- A festa do folclore português em Santarém : Trajes regionais de todo o País exaltaram-se na Feira Nacional de Agricultura


Reportagens
- Porto : Feira Rural em Paranhos levou a uma viagem ao passado
- Grupo Folclórico de Faro comemorou 78.º aniversário à mesa e com espectáculo de folclore
- Besclore organiza Encontro de Cultura Tradicional no Terreiro do Paço : O Minho desceu a Lisboa


Notícias
- Festival do Rancho de Vila Nova do Coito elogiado pela qualidade
- Festival de Ançã com bons grupos
- Festival de Folclore de Cacia ofereceu momentos altos de representação
- Belazima do Chão: Vinizaima cheia
- O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova esteve na Lituânia
- Rancho de Torres Novas tem confirmada a filiação na Federação
- Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional tem sede própria
- Grupo Folclórico da Camacha assinalou o 71.º aniversário- Canto tradicional de Alcácer do Sal vai ser preservado
- Faro: 400 crianças envolvidas na música e nas danças tradicionais
- Vila Nova de Gaia: jantar levou Filipe Meneses às ‘Lavradeiras de Pedroso’
- Nos trilhos de Nossa Senhora da Lapa, uma das mais antigas romarias de Portugal
- Sérgio Fonseca deixa a direcção do Grupo Etnográfico de Lorvão
- Artesãos noruegueses colaboram na recuperação 80 casas de xisto
- Caretos de Podence poderão incluir uma candidatura à UNESCO
- Folclore Infantil em Portalegre- Rancho Folclórico de Seia recebeu Museu Etnográfico pelo aniversário
- Ronda Típica de Carreço promove Festival de Folclore no seu 10.º aniversário
- Festival Nacional Cidade de Viana do Castelo com bons exemplos a seguir
- Encontro de concertinas em A-das-Lebres



Esfinge
- pelo Dr. Aurélio Lopes


Inovação / Tradição
- pelo Eng.º Manuel Farias


Discografia
- Rancho Folclórico de Santa Marinha de Mogege (Vila Nova de Famalicão)
- Rancho “Os Camponeses” de Varatojo edita DVD


Livros


Novos Corpos Gerentes


Cartas ao director


"Por qué no te callas?"


Planos de actividades


Opinião


Festivais folclóricos
- Julho 2008





Jornal Folclore / Julho 2008 - Nota Editorial : Componentes partem

O fantasma da emigração voltou! Apesar do apregoado “jardim de rosas”, os portugueses partem, mundo fora, à procura de trabalho e de melhores salários. Os números da emigração sobem copiosamente. Só o Luxemburgo recebeu nos últimos meses milhares novos emigrantes portugueses, segundo o cônsul de Portugal naquele país, que regista a maior taxa de emigração portuguesa. Um acréscimo desmedido relativamente aos anos anteriores.

O cenário faz acentuar a carência de elementos no movimento folclórico. “Este ano já perdemos seis componentes que emigraram”, dizia-nos angustiado o dirigente de um grupo folclórico do Norte do País. Este caso é apenas um exemplo daquilo que se passa no seio de muitos outros agrupamentos. À procura de trabalho que não encontram por cá, ou de melhores salários, os folcloristas partem, deixando reduzidos os grupos que participam. “Fui obrigado a emigrar outra vez”, lamentava-se um elemento de um grupo folclórico, que anos atrás havia sido igualmente obrigado a procurar trabalho além fronteiras.

O panorama torna negra a actividade de muitos grupos, que têm de recorrer a elementos infantis para suprir as faltas dos mais velhos que partiram. Grupos há que já cessaram a actividade por falta de elementos masculinos, devido à emigração. É uma realidade escondida que sem vergonha os dirigentes não negam. “Pensávamos que esta situação não voltaria mais, e afinal caiu-nos à porta outra vez”, lamentava-se um responsável dirigente. A solução passa ainda pela inclusão de pares femininos entre os bailadores, o que, contudo, não obsta a que o grupo perca qualidade no seu trabalho de retratação popular; antes pelo contrário.

Teme-se agora que a corrente emigratória provoque mazelas tão profundas que levem à extinção de muitos grupos. Uma conjuntura de triste memória em décadas atrasadas.







Jornal Folclore / Julho 2008 – Editorial : Gato escondido…

As melodias e cantigas que há muito se popularizaram, tornando-se conhecidas pela beleza melódica e até poética que os caracteriza, e que foram rebuscadas na raíz popular de determinadas regiões, são (também) usufruto de outros grupos, quase sempre por razões que a própria razão desconhece. Em muitos casos, trata-se de cópias descaradas, que um eventual trabalho de recolha local não providenciou como devia. Prefere-se o plágio, rebuscando em discos ou cassetes de temas que garantem o agrado das plateias. O logro é conhecido, e já mereceu algumas vezes reparo nas colunas deste Jornal. Mas o embuste torna-se maior quando a prática parte de grupos responsáveis, que anunciam um trabalho sério e respeitador das pesquisas e recolhas um dia feitas (supostamente), com vista a integrarem o respectivo espólio de temas tradicionais da região que o grupo plagiador representa. O logro terá mesmo merecido o aval e a aprovação superior de entendidos das questões culturais populares, quando ao dito grupo é aferida qualidade representativa.

Contudo, os aludidos temas ou se escondem da apreciação dos ditos especialistas do foro folclórico, ou passam na rede da selecção, que deveria filtrar esses erros, devendo deixá-los escoar para um buraco de onde não pudessem mais sair.

Vem este arrazoado a propósito das músicas que se ouvem sem qualquer diferença melódica entre a região de origem e aquela que a “aculturou” de forma abusiva por um seu representante. E confirmada fica a falsidade quando logo se escuta a letra respectiva, com todas as quadras cantadas sequencialmente de acordo com a construção original. A circunstância revela que se trata de um plágio atrevido e reprovável. Ou é coincidência?

Entre grupos responsáveis, é tempo de deixarmos de “comer” gato por lebre. Já nos basta os “pitéus” que nos servem as formações recreativas ou de inspiração folclórica.







Jornal Folclore / Julho 2008 - Produtos tradicionais estão desprotegidos por omissão do Governo

O assunto já mereceu aqui desenvolvido tratamento: a falta de regulamentação sobre o fabrico e comercialização dos produtos típicos tradicionais. Pegamos hoje nele para darmos a conhecer aos leitores recomendações e alguns alertas da especialista Ana Soeiro, autora do maior levantamento de produtos tradicionais portugueses, e que a jornalista Sofia Rodrigues tratou numa edição do jornal Público. As críticas quase sempre atribuídas às regras europeias fazem escapar as culpas dos sucessivos governos de Portugal ao não protegerem, através de uma simples comunicação ao Parlamento Europeu, as formas práticas e tradicionais sobre a composição e a produção dos nossos produtos regionais típicos, libertando-os das acções fiscalizadores e altamente punitivas da entidade reguladora – a ASAE.

“Práticas de fabrico de produtos típicos podem não violar a lei comunitária. Especialista acusa governos de não protegerem os produtos tradicionais”. A jornalista Sofia Rodrigues titulava desta forma o seu trabalho, publicado no jornal Público, sobre a falta de protecção governamental aos nossos produtos tradicionais.

[... Desenvolvimento na edição papel, saiba mais : clique aqui !]








Jornal Folclore / Julho 2008 - A festa do folclore português em Santarém

Trajes regionais de todo o País exaltaram-se na Feira Nacional de Agricultura

Desiguais por força da característica regional. De confecção ostentosa ou mais despretensiosa, os trajes tradicionais de todo o País coloriram e animaram a Feira Nacional de Agricultura, em Santarém. O característico espaço do Centro Nacional de Exposições encheu-se de tipicismo, de cultura e de tradição. Cada traje cunhava um pedaço do País rural e simultaneamente senhoril, evidenciando gostos e costumes de classes sociais distintas, da plebe à nobreza. De festa ou de trabalho, mais garridos ou patenteando uma primária sobriedade, cada veste diferenciava-se pela circunstância do seu uso. O painel etnográfico de Portugal, rico e vasto, desenhou-se de forma sublime, colorindo e animando o emblemático recinto da capital ribatejana. A Federação do Folclore Português deu o aval à organização, aferindo a qualidade das representações.

O folclore e a etnografia do País voltaram em força à Feira Nacional de Agricultura – Feira do Ribatejo. Cerca de sete dezenas de grupos folclóricos encheram de vida e de alegria o recinto da emblemática realização escalabitana durante os dias da sua realização. Mas logo na abertura quarenta agrupamentos folclóricos, representantes de outras tantas regiões etnográficas do País, deixaram de forma vincada a marca tradicional de alguns dos seus mais característicos trajes populares. Mas não só o folclore cantado e bailado se mostrou na Feira; também usos e costumes marcados pela tradição das diferentes regiões subiram ao palco.

[... Desenvolvimento na edição papel, saiba mais : clique aqui !]








Jornal Folclore / Julho 2008 - Porto: Feira Rural em Paranhos levou a uma viagem ao passado

O Jardim da Arca d’Água, em Paranhos (Porto), transfigurou-se nos dias 31 de Maio e 1 de Junho, recebendo mais uma edição da Feira Rural à moda antiga, organizada pelo Rancho Folclórico de Paranhos. O aprazível espaço recuou ao início do século XX, quando ali tinha lugar a secular Feira de São Miguel. Cerca de cinquenta grupos de folclore fizeram a representação dos hábitos populares de outros tempos, trajando como há cem anos atrás e comercializando os produtos da sua confecção e produção, dando a comer os petiscos da tradição. A iniciativa foi mobilizadora de muito público.

A encenação foi cuidadosamente preparada. Os participantes trajados a rigor e as bancas de vendas imitando as estruturas de outrora. Retratar um passado com cem anos foi o objectivo da organização – o Rancho de Paranhos – que há oito anos arriscou a realização da iniciativa, com êxito crescente em cada edição. A Junta de Freguesia de Paranhos apoia o evento, como a empresa Porto Lazer.

[... Desenvolvimento na edição papel, saiba mais : clique aqui !]








Jornal Folclore / Julho 2008 - Grupo Folclórico de Faro comemorou 78.º aniversário à mesa e com espectáculo de folclore

Na sua habitual forma peculiar de viverem o folclore e conviverem salutarmente, os elementos do Grupo Folclórico de Faro reuniram-se em clima de festa e amizade para assinalarem o 78.º aniversário do prestigiado grupo. Apoiantes e antigos cooperantes juntaram-se ao festim, num almoço servido na Quinta agrícola de Álvaro Passo, no Sítio da Jardina, periferia de Faro. Individualidades locais fizeram questão de participar…

[... Desenvolvimento na edição papel, saiba mais : clique aqui !]








Jornal Folclore / Julho 2008 - Besclore organiza Encontro de Cultura Tradicional no Terreiro do Paço : O Minho desceu a Lisboa

Uma autêntica parada de motivos da cultura popular tradicional do Minho encheu de festa o Terreiro do Paço, em Lisboa, nos dias 14 e 15 de Junho. Aconteceu a III edição do Encontro de Cultura Tradicional minhota, uma organização do Grupo de Danças e Cantares Besclore – uma vertente cultural do Grupo Desportivo dos Trabalhadores do Banco Espírito Santo. A iniciativa foi participada por cinco agrupamentos folclóricos e um grupo de bombos, representativos das regiões do Alto e Baixo Minho. Milhares de pessoas foram atraídas à sala de visitas da capital.

A Praça do Comércio, em Lisboa, recebeu nos dias 14 e 15 de Junho uma autêntica romaria minhota, com vários grupos folclóricos a protagonizarem verdadeiras rusgas e a mostrarem os seus policromos trajes e a alacridade do seu folclore. Acontecia ali, na emblemática Praça lisboeta, mais um Encontro de Cultura Tradicional minhota. A sonoridade musical das melodias tradicionais convidavam a participar, ou simplesmente a assistir a tão singular manifestação cultural popular.

[... Desenvolvimento na edição papel, saiba mais : clique aqui !]







Jornal Folclore / Julho 2008 - Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo (Salvaterra de Magos)

05/07/2008 - XXXIII Festival de Folclore


Às 19 horas.

Cortejo Etnográfico sob o tema “Lenços e Xailes vão à Rua”


Às 21h30.

Participação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo; Grupo Etnográfico de Danças e Cantares “O Cantaréu”; Grupo Etnográfico de Danças das Terras da Feira; Rancho Folclórico da Boidobra (Covilhã); Grupo Folclórico e Etnográfico do Brinca (Eiras – Coimbra); Grupo de Danças e Cantares Besclore e Rancho Folclórico da Gouxaria.


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Rancho Folclórico de Mundão (Viseu)

05/07/2008 - Festival de Folclore Mundão/2008


Às 21h30.

Participação do Rancho Folclórico de Mundão (Viseu); Rancho Folclórico de São Tiago de Bougado (Trofa); Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Nazaré; Grupo Etnográfico de Lorvão (Penacova) e Grupo Folclórico da Casa do Povo de Barbeita.


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Grupo Folclórico “As Padeirinhas de Ul” (Oliveira de Azeméis)

05/07/2008 - Festival de Folclore


Às 21 h.

Participação dos ranchos: “As Padeirinhas de Ul”; de Santo Estêvão (Chaves); “Estrelas da Manhã” (Oliveira do Hospital); de Mira de Aire (Porto de Mós); de São Cosme de Gemunde (Maia) e de Rio Meão (Santa Maria da Feira).


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Rancho Folclórico de Torres Novas

05/07/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: de Torres Novas; “Os Camponeses de Navais” (Póvoa de Varzim); de Santa Eulália de Lamelas (Santo Tirso) e do Verdelho (Santarém).


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Rancho Folclórico de Perosinho (Vila Nova de Gaia)

05/07/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: da Associação Cultural Flor do Sabugueiro; Cancioneiro de Folgosinho; de Perosinho; um grupo de Espanha; “Camponeses de Vale do Brejo” (Ribatejo); de Vale Domingues e de Fermentões (Minho).


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Grupo Folclórico Etnográfico Santa Marinha de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

05/07/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: Etnográfico Santa Marinha de Crestuma; grupos do México e da Turquia; Etnográfico “Os Irmânicos (Mortágua); de São Pedro do Vale (Arcos de Valdevez) e Etnográfico Os Oleiros (Caldas da Rainha).


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra (Felgueiras)

05/07/2008 - Festival de Folclore


Às 21 horas.

Participação dos ranchos Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra; Infantil e Juvenil Danças e Cantares Ribatejanos (Santarém); Lavradeiras de São Pedro do Vale; Infantil de Moreira da Maia e Infantil e Juvenil de São Estêvão de Briteiros.


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Rancho Folclórico “As Cerejeiras de Fetais” (Sobral de Monte Agraço)

12/07/2008 - 24.º Aniversário


Às 21h30.

Participação do Rancho Folclórico “As Cerejeiras de Fetais”; Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos; Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego (Coimbra) e Rancho Folclórico de Zebreiros (Gondomar).


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Grupo Etnográfico Rusga de Joane (Vila Nova de Famalicão)

12/07/2008 - Festival Nacional de Folclore


Às 21h30.

Participação do Grupo Etnográfico Rusga de Joane; Grupo de Folclore do ACCM de Mindelo (Vila do Conde); Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora; Grupo Folclórico de Passos de Silgueiros (Viseu) e Grupo Folclórico e Etnográfico do Brinca (Eiras-Coimbra).


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré

12/07/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação do Grupo Folclórico de Melriçal (Soure); Grupo Folclórico da Região do Vouga (Mourisca do Vouga-Águeda); Grupo de Danças e Cantares de Perre (Viana do Castelo); Associação Etno-folclórica “As Lavradeiras de Arcozelo”; Stowarzyszenie Zespolu Piesni I Tanca “ Komes” (Polónia); Zespol Piesni I Tanca ”Vladislavia” (Polónia) e Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré;


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte (Pedroso-Vila Nova de Gaia)

12/07/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: de Vila Nova de Tázem (Gouveia); grupo de Espanha; Cultural de Nossa Senhora do Monte (Pedroso); da Casa do Povo de Cacia (Aveiro); de Tabuadelo (Guimarães); e um grupo da Galiza.


Voltar à agenda de Julho 2008




Jornal Folclore / Julho 2008 - Rancho Folclórico “Os Fazendeiros” das Lagameças (Palmela)

12/07/2008 - Festival de Folclore


Às 21h30.

Participação dos ranchos: “Os Fazendeiros” das Lagameças; da Correlhã (Ponte de Lima); de Belas; Danças e Cantares do Mondego (Coimbra) e Casa do Povo de Arcena (Alverca).


Voltar à agenda de Julho 2008